Psicologia clínica · Psicanálise

Quando a palavra encontra lugar.

Um espaço de escuta para quem deseja falar do que se repete, do que angustia e do que ainda não encontrou palavras.

Atendimento online para adultos

Mayara Gaspar, psicóloga, diante de uma estante com livros e plantas

Mayara Gaspar
Psicóloga · atendimento online

A escuta

Uma experiência sem respostas prontas.

Na análise, a fala não precisa chegar organizada. Há lugar para as dúvidas, os impasses, os silêncios e as contradições que fazem parte de cada história.

Meu trabalho é orientado pela psicanálise lacaniana. Isso significa sustentar uma escuta atenta à singularidade — não para encaixar alguém em um modelo, mas para acompanhar a construção de um modo próprio de lidar com o sofrimento.

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Para quem

Adultos que desejam iniciar ou retomar um processo de análise.

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Modalidade

Sessões online, em horário combinado, com compromisso ético de sigilo profissional.

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Primeiro contato

Uma conversa inicial para escutar sua procura e combinar os próximos passos.

Percurso

Clínica, formação e compromisso com o nosso tempo.

Sou Mayara Gaspar, psicóloga desde 2018, CRP 06/175043. Minha prática clínica se orienta pela psicanálise e pela escuta dos modos singulares de sofrimento. Minha formação se sustenta no tripé da psicanálise — análise pessoal, estudo teórico e supervisão clínica — em um percurso contínuo.

Atuei no projeto Criando Pontes, com atendimento a mulheres em situações de vulnerabilidade e violência. Atualmente participo de atividades de formação no Fórum do Campo Lacaniano — RMC.

Meus interesses de estudo atravessam o feminino, a violência de gênero, o luto, os modos contemporâneos de sofrimento e a clínica em territórios periféricos — questões que sustentam uma prática atenta às marcas sociais que atravessam cada sujeito.

Grupos e oficinas

Espaços coletivos de escuta e troca.

Além da clínica individual, minha trajetória inclui a coordenação de grupos no Fuvest Escuta, em 2025, e a realização de oficinas e rodas de conversa, entre elas o Café Mulheridades, durante minha atuação no Coletivo Feminista.

No Festival Cultive Resistência, em abril de 2025, participei da condução de Corpo em Arte — um experimento criativo aberto a mulheridades, pessoas trans e não binárias, articulando corpo, imagens, criação e escuta.

Recebo propostas de grupos, oficinas e parcerias com instituições.

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